quinta-feira, 21 de maio de 2009

Insanidade Coletiva

Depois de um inverno frio e solitário, uma aurora
O Sol brilha no meu céu tempestuoso
Eu andei muito...vaguei só por esses planos espinhosos
Sangrei sob as árvores do Éden...
Chorei e praguejei no alto das montanhas
As nuvens verteram lágrimas pelo caminho
Vês...é a hora das incertezas lúdicas
Os ventos trazem as insanidades das mentes sadias
O caminho da luz em traços sombrios
A inocência de uma criança em um jogo sádico
No altar há um rei...rei da alegria, e da dor...
Em sua mão uma escolha
Em sua cabeça...duzias de loucuras
Em cena, uma nova era de glórias e injustiças
Onde os fins que justificam os meios?
Um passo pela vida...o chamado da morte
Mais uma cabeça rola para debaixo da cama...
Uma operação de sucesso...O Impiedoso ganhou mais um soldado
Não há tempo comemorações...fugindo do campo de batalha...
O mundo urge...mas a caravana continua a passar...
Agora eu sou humano...nem bom, nem mal...apenas humano!

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