quarta-feira, 27 de maio de 2009

Na dança épica...As luzes da Ribalta

É assim...o fim das idéias mortas
Com todo o respeito, mas estamos todos errados
Para o teu deleito e tua família...
E me diz, será mesmo que eu pequei?
Se não me fez rei, ou se não te coroei minha rainha?
No meu jardim da vida, nem margarida...sem flores...
Como o escudo reluzente prateado de Perseu
As pedras da Medusa...Ou as minas do Rei Salomão
Onde não tem vez nem Alibabá, muito menos seus ladrões
Mas se a luz definhou, no porto sem águas...
O fim da trégua marca o início da era florida...
Que finge dor, como a melhor atriz...
Mas a dor que deveras sente, não sentia...
E na epopéia sem fim das ondas coloridas...
Na ausência das cores, no palco...
O renascimento das idéias em cena...
O branco...e o preto...E fecha-se as cortinas!

2 comentários:

  1. nossa que lindo esse poema
    amei *--*

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  2. poxaaa... pq só vc escreve bonito amore???
    Ahhhh.... qro voltar a escrever... e põe umas imagens aí junto meoooo...
    Saudadesss!!! bjuuuuuu

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