Para um preço, um brilho sem cor
Um diamante bruto, amontoado valioso de carbono
Raro, como um sentimento puro!
Ventos embaralham as cartas do meu moinho
Será que é ela? Será que ela é a moça? A atriz?
Será que ela mora tão longe...na terra do algodão e do parede de giz?
Ou mora aqui mesmo, a muitos metros do chão?
Ela sabe quantos destinos tenho em minhas mãos...
É perigoso ser feliz...seria melhor viver em vão?
Me leve para onde não se pode imaginar...além dos sonhos...
Sem pódio, sem champagne...só a donzela...sem o dragão!
Enquanto tudo isso durar, eu olho a cidade em torno de mim...
Damas em apuros? Apenas messalinas...ganhando seu pão de cada dia
Façam silêncio...é o circo...está passando o palhaço
O palhaço de um circo sem futuro...
Um futuro tão nostálgico, que nem parece futuro!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário