terça-feira, 5 de janeiro de 2010


Uma sensação estranha de lacuna preenche meu ser
A vontade inconsequente me domina
E o desejo soberbo de te ter agora
Anuvia minha mente

Meu corpo se aquece
Minha respiração falha
Meus lábios congelam em um sorriso lascivo
Ao pensar em você

O calor da sua pele
A voz penetrante embaralhando meus pensamentos
O toque suave e firme simultaneamente
O cheiro inebriante que me captura

Como pode haver tamanha atração?
Como? Se você não é nada parecido com meu ideal?
Afinidade é uma coisa bizarra
E é quase certa a máxima de que os opostos se atraem
Porém a nós se aplica que os dispostos se distraem...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010




E novamente eu sinto a vida
pulsando a olhos nus...

Sinto em teu punho
O pulsar latejante do líquido rubro que nos mantém vivos
Sinto num beijo o calor que emana
Sinto na carne o arrepio de prazer
A energia infinita

Vejo em seus olhos o júbilo
O mais puro regozijar
A vergonha e o acanhamento gerado
Pela sensação de duvidoso

Mas venha minha criança
Se liberte dos medos pueris
E venha comigo voar e
Partilhar desta estranha sensação

Que nada mais é que a simples vontade de ser quem se realmente é
Que é o ser livre sem amarras e preconceitos
Que é o amar o sublime sem ter medo...