terça-feira, 5 de janeiro de 2010


Uma sensação estranha de lacuna preenche meu ser
A vontade inconsequente me domina
E o desejo soberbo de te ter agora
Anuvia minha mente

Meu corpo se aquece
Minha respiração falha
Meus lábios congelam em um sorriso lascivo
Ao pensar em você

O calor da sua pele
A voz penetrante embaralhando meus pensamentos
O toque suave e firme simultaneamente
O cheiro inebriante que me captura

Como pode haver tamanha atração?
Como? Se você não é nada parecido com meu ideal?
Afinidade é uma coisa bizarra
E é quase certa a máxima de que os opostos se atraem
Porém a nós se aplica que os dispostos se distraem...

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