segunda-feira, 4 de janeiro de 2010




E novamente eu sinto a vida
pulsando a olhos nus...

Sinto em teu punho
O pulsar latejante do líquido rubro que nos mantém vivos
Sinto num beijo o calor que emana
Sinto na carne o arrepio de prazer
A energia infinita

Vejo em seus olhos o júbilo
O mais puro regozijar
A vergonha e o acanhamento gerado
Pela sensação de duvidoso

Mas venha minha criança
Se liberte dos medos pueris
E venha comigo voar e
Partilhar desta estranha sensação

Que nada mais é que a simples vontade de ser quem se realmente é
Que é o ser livre sem amarras e preconceitos
Que é o amar o sublime sem ter medo...

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