
Ócio...
O gatilho para o nada, oficina do diabo
É no ócio que surgem as melhores ideias... mas nem sempre...
Hoje estou com uma vontade estranha, vontade vermelha, vontade ruim
Sangue...
Que cor bonita tem o sangue
O cheiro de ferro, a cor vermelha, a textura nem sempre agradável, a temperatura ideal...
Noite...
que me leva ás alturas, que põe meu imaginário para funcionar
Que me mostra os caminhos mais puros e mais insanos
Que mostra a verdade, doa a quem doer
Mesmo na escuridão, a noite é tão linda...
E na noite fria, eu sou presa pelo luar
A lua tão plácida no céu, observando a todos sem fazer distinção
Lua...
Ah, como queria q as noites durassem mais...
Ficar olhando o tango das estrelas ao redor da grande Lua
E de vez em quando observar um bailarino perdido correndo
E fazer a ele um pedido:
Leve-me daqui! Me mostre o mundo sobrenatural
E faça com que eu veja a verdade absoluta
Porque de mentira, já estou saturada há eras...
Ah, as eras...
como gostaria de ter presenciado os fatos marcantes das eras
Estar ao lado de Dante na visita ao Inferno, Purgatório e Paraíso
Ser Helena de Tróia, e ver Aquíles cair
Ir atrás do coelho com Alice e tomar chá com o Chapeleiro
Conhecer a vida dos samurais e
Ver acender a primeira lâmpada...
Tudo aleatório, sem sentido, sem ligação
Porque afinal de vale a vida sem um pouco de empolgação, desconectividade?
Sejamos menos críticos e mais livres...
Pois a liberdade não está em se livrar de grilhões reais
Mas sim, está na mente voando sem direção certa, sem nenhum padrão ou forma definida
Somente com a vontade de criar...
matou a pau! o.O
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