Talvez o tempo traga a luz que a tempos não se vê
A noite como a vilã...que roubou o brilho do Sol
Um grande manto negro que recobre que encobre os céus
Sem cores brilhantes, com pouco ar de soberania
Uma ferida aberta em plena poeira!
Sem cicatriz, um corte único...navalha na carne...
Um galope desesperado em busca da aurora
Um horizonte cada vez mais longe...e longe
A busca pela arca dos sonhos, a guardiã da luz
Sem meias palavras, sem frases inteiras...
Um emaranhado desconexo sem sentido de idéias...
Se tudo já foi dito, se todas as frases de amor foram ditas...
De tudo em muito, de muito em várias partes
O monstro da imaginação já foi!
Luz! Benção do amanhecer! Mais um dia...
sábado, 13 de junho de 2009
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