Depois de tanto tempo no mesmo lugar...
Eu tive coragem de levantar e te ver novamente
Deixe que o tempo nos conte suas lamentações
Seguir para onde o vento quiser nos levar
Sair na chuva e brincar na lama...
Eu gosto do azul e do amarelo, mas não gosto do verde
Eu quero ver quanto dura para um orvalho se desfazer no chão
A gente decide...a gente sabe, mas não quer saber
Você para eu relaxar e não me preocupar tanto com tudo
Assim nós poderíamos andar de mãos dadas
Eu vou subir no farol para ver o mar, o seu balanço me acalma
E o céu tão cinza...mas tudo bem, tudo em paz
Olhe para trás...são nossos passos na areia
Mas não é só saudade para quem está sozinho
Tem sempre um pouco mais de delicadeza nessas palavras
E sempre para cuidar para não enlouquecer e insano ficar a cada palavra dela...
Eu sei que é estranho, mas acabou antes de chegar ao fim
Eu continuei no meu sono inabalável, após a sua partida
Queria poder ter acordado antes e vêr o Sol nascer para nós...
Mas agora eu fico contando as estrelas e brincando com a forma da nuvens
E sempre estarei no mesmo lugar, até você decidir voltar...
Olhando para a rua, vendo o movimento boêmio...
Eu vou esperar você voltar...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
E pensando em nada eu penso em você...
E vejo que nem tudo é como parece
E meus medos se dissipam como a névoa da manhã...
Sei agora tudo o que precisava, agora preciso agir
Mas como farei isso? Como vou expor isso?
Talvez a peça que me falte para completar esta charada esteja aí
Em seu bolso
Não pense em mais nada, palavras são desnecessárias...
Não podem ajudar agora...
sábado, 13 de junho de 2009
Luz na Confusão
Talvez o tempo traga a luz que a tempos não se vê
A noite como a vilã...que roubou o brilho do Sol
Um grande manto negro que recobre que encobre os céus
Sem cores brilhantes, com pouco ar de soberania
Uma ferida aberta em plena poeira!
Sem cicatriz, um corte único...navalha na carne...
Um galope desesperado em busca da aurora
Um horizonte cada vez mais longe...e longe
A busca pela arca dos sonhos, a guardiã da luz
Sem meias palavras, sem frases inteiras...
Um emaranhado desconexo sem sentido de idéias...
Se tudo já foi dito, se todas as frases de amor foram ditas...
De tudo em muito, de muito em várias partes
O monstro da imaginação já foi!
Luz! Benção do amanhecer! Mais um dia...
A noite como a vilã...que roubou o brilho do Sol
Um grande manto negro que recobre que encobre os céus
Sem cores brilhantes, com pouco ar de soberania
Uma ferida aberta em plena poeira!
Sem cicatriz, um corte único...navalha na carne...
Um galope desesperado em busca da aurora
Um horizonte cada vez mais longe...e longe
A busca pela arca dos sonhos, a guardiã da luz
Sem meias palavras, sem frases inteiras...
Um emaranhado desconexo sem sentido de idéias...
Se tudo já foi dito, se todas as frases de amor foram ditas...
De tudo em muito, de muito em várias partes
O monstro da imaginação já foi!
Luz! Benção do amanhecer! Mais um dia...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Ode ao amigo perdido...

É dificil perder alguém
Um amor, um pai, um filho...
Mas um amigo querido, aquele das conversas até altas horas da madrugada
Dói demais
Se tem uma coisa que aprendi nessa vida é que misturar sentimentos não é seguro
Ganha-se um amor, perde-se um amigo...
E por mais que falem q um amor pode durar para sempre ele não dura
E quando se esvai, leva consigo o que poderia ser eterno
Eu choro, não a perda do amor, esse eu sabia que poderia desaparecer
Choro a perda da cumplicidade e do companheirismo que eu tinha
E agora corre de mim como se eu fosse o próprio anticristo...
Se tem uma coisa que aprendi nessa vida é que misturar sentimentos não é seguro
Ganha-se um amor, perde-se um amigo...
E por mais que falem q um amor pode durar para sempre ele não dura
E quando se esvai, leva consigo o que poderia ser eterno
Eu choro, não a perda do amor, esse eu sabia que poderia desaparecer
Choro a perda da cumplicidade e do companheirismo que eu tinha
E agora corre de mim como se eu fosse o próprio anticristo...
terça-feira, 9 de junho de 2009
Ode à mediocridade
Sem os tablóides ingleses...
Com ou sem a família real
A incessante idéia da mediocridade me apavora
Pela casa o azedume das ruas
Não é agresssão, é a calamidade viva
E vem crescendo ferozmente...
Um inimigo atroz...muito pior que os vilões dos filmes de terror!
E depois de muito pensar, e ver a realidade...
Eu prefiro me abster de algumas quimeras
E depois de tanto tempo dormindo...Eu abro os olhos...
Vamos beber...eu quero dormir de novo...
Com ou sem a família real
A incessante idéia da mediocridade me apavora
Pela casa o azedume das ruas
Não é agresssão, é a calamidade viva
E vem crescendo ferozmente...
Um inimigo atroz...muito pior que os vilões dos filmes de terror!
E depois de muito pensar, e ver a realidade...
Eu prefiro me abster de algumas quimeras
E depois de tanto tempo dormindo...Eu abro os olhos...
Vamos beber...eu quero dormir de novo...
domingo, 7 de junho de 2009

Por que sinto tanta raiva? É por que me sinto indignada? É por que me sinto enganada?
Apesar de não ter nenhum laço que me liga a você?
Por que me sinto realmente triste, com vontade de chorar? Mesmo não podendo ou querendo demonstrar esta fraqueza que me consome durante todo o dia?
Não quero falar de algo que não sei se existe, que provavelmente são apenas hormônios ou qualquer outra coisa bioquímica que passará com o tempo etéreo...
Mas não consigo, porque a raiva passa e a tristeza também. E acabo sempre tornando ao início, lamentando que você não volta, e derramando sobre a fria terra este rio de lágrimas prateadas que foram obscurecidas pela sombra da sua indiferença gritante...
Apesar de não ter nenhum laço que me liga a você?
Por que me sinto realmente triste, com vontade de chorar? Mesmo não podendo ou querendo demonstrar esta fraqueza que me consome durante todo o dia?
Não quero falar de algo que não sei se existe, que provavelmente são apenas hormônios ou qualquer outra coisa bioquímica que passará com o tempo etéreo...
Mas não consigo, porque a raiva passa e a tristeza também. E acabo sempre tornando ao início, lamentando que você não volta, e derramando sobre a fria terra este rio de lágrimas prateadas que foram obscurecidas pela sombra da sua indiferença gritante...
quarta-feira, 3 de junho de 2009
E de repente parece que tudo faz e não faz sentido...
Como posso entender uma coisa que não conheço?
O que é comodo as vezes pode incomodar, mas agradando ninguém se importa...
Carpe diem, carpe noctis...
Nem tudo o que está escondido precisa ser revelado
As vezes o misterio da noite e o mesmerizar das sombras tremulantes estimulam
E fazem com que o imaginário voe alto
Fazendo com que os corações não cessem de bater na noite vazia...
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