sábado, 27 de março de 2010


E novamente sem ter nada ocupando a mente eu me pego pensando no que poderia fazer
Penso em quem poderia encontrar, onde poderia estar...
E mesmo não querendo, mesmo indo pra outro lugar, eu sei exatamente o lugar aonde gostaria de estar...
Devaneios tolos de uma mente desocupada, uma jovem que se tranca em sua mente
Que anseia por aflorar os mais íntimos sentimentos, as mais loucas vontades e os mais tristes pesares

Voar...
Quem dera voar por entre a floresta de confusões que habita minha mente
Ou construir uma estrada, não a de tijolos amarelos (ou talvez sim, por que não?)
Mas uma estrada real, que leva a um local real, a um ser real, a você

E sem pensar nesse papo de amor e alma gêmea, sem essa baboseira de apaixonados e afins
A paixão é um guia cego, que é traiçoeiro e doce
E te leva onde quer
E o guia da cegueira rubra, não vê cor, raça, credo ou classe social
Ele só leva, sem medir as consequências, até a tênue linha entre sanidade e loucura...

Um comentário:

  1. as vezes,ultrapassar essa linha entre a sanidade e a loucura é uma coisa tão boa =D

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