terça-feira, 14 de julho de 2009

Sinestesia Policromática

Uma manhã policromática raia no horizonte...
O Sol reinando só...majestoso...
A princípio, uma baque sinestésico, cores e aromas se confundem freneticamente
Sim, é realmente diferente...mas quem disse que é ruim?
Como um imenso buraco negro...absorvido, sem cheiro...
Não há mais o gosto ácido daquele substância verde a azedar-me a boca
Sem você, nem o azul do céu, ou o aroma doce da primavera
Mais como um, choque cerebral...latente, incessante...constante!
Como uma teoria das cordas...mas essas, só servem para prender os meus pensamentos
Universo, Multiverso...quantos de mim passam pelo que passo agora?
Mas sábio aquele que conhece no ser humano, sua unimultiplicidade...Eu odeio rimas...
Por que cada homem, é um...e é todos...a casa da humanidade...
Voltem as cores, tirem de mim esse mundo monocromático...
Em uma folha qualquer...você transforma esse todo...
Depende apenas, do seu policroma...fique a vontade!

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